Éramos 3, eu, o Francisco e o Pedro, e não tínhamos medo de ninguém, pelo que decidimos jogar Imperial! A nossa experiência anterior com o jogo tinha sido interessante: toda a gente tinha gostado, mas tinha durado 6 longas horas devido a um erro de interpretação das regras, que nos levou a considerar que não se colocavam tax chips nos territórios marítimos (a frase que interpretámos mal dizia qualquer coisa como "colocam-se tax chips nos territórios terrestres e marítimos", o que é, de facto, bastante dúbio), que prolongou bastante o jogo.
Desta vez estávamos decididos a jogar com as regras correctas e foi o que fizemos! Em vez das 6 horas do outro jogo, demorámos 3 horas e meia, com explicação de regras incluída. O que aprendemos com isto? Não jogar com regras erradas!
Usámos o setup avançado do jogo, ou seja, em vez de cada jogador começar com bonds de países pré-determinados e sem dinheiro no bolso, cada um recebe dinheiro inicialmente e todos têm oportunidade de comprar 1 bond de cada país.
No último jogo, que tinha terminado com uma vitória minha no tie-break depois de um empate com o Francisco após 6 horas de porradaria de meia-noite, eu tinha controlado a Inglaterra e a França durante quase todo o jogo. E isto porque desde o início me pareceu evidente que, se o jogador Francês também controlar a Inglaterra, fica com o caminho aberto para devastar os adversários e massacrar impiedosamente os seus exércitos! É que sem a Inglaterra nas costas a chatear (salvo seja), a França tem muitos territórios neutros para onde se expandir (África e países baixos) e tem boas hipóteses de chegar à vitória final. Já no último jogo, apesar da vitória ter sido do império Austro-húngaro, a França se tinha saído muito bem e eu estava confiante que se podia sair ainda melhor!
O meu plano inicial era, por isso, controlar ambas as potências, tornar-me numa espécie de mistura grotesca entre Charles de Gaulle e Rainha Isabel II, mas mais bonito! *
Assim, não comprei qualquer bond do império austro-húngaro, comprei uma muito pequenina da Mãe-Rússia, provavelmente devido ao meu complexo de Édipo não resolvido, e investi quase todo o meu dinheiro em França e Inglaterra. Comprei também algumas bonds italianas e fiquei com o controlo do país, mas com perspectivas de longo prazo bastante maquiavélicas! A ideia era usar a paixão latina das tropas italianas para desafiar os interesses austro-húngaros e russos nos balcãs, ao mesmo tempo que contava com a ingenuidade da opinião pública italiana, tão típica dos países latinos, para aceitar a retirada de África, deixando-a à mercê dos franceses.
O Francisco, lembrando-se certamente do que tinha acontecido no jogo anterior, assumiu-se como Czar da Mãe-Rússia (o complexo de Édipo dele ainda é maior do que o meu) e imperador absoluto do glorioso Império Austro-húngaro. Ao Pedro restou assumir-se como führer incontestado da Alemanha Nazi e entoar o Deustchland Über Alles, em sentido. **
À medida que o jogo foi progredindo, aconteceram 2 fenómenos interessantes: enquanto os "meus" países se desenvolveram muito para além das minhas expectativas mais optimistas, o Francisco parecia amaldiçoado e destruía tudo o que tocava! Assim que assumia o controlo de um novo país, na sequência de uma fase de investimento, esse país entrava numa espiral descendente e regredia a olhos vistos (daí o inspirado título deste session report)!
O exemplo máximo deste fenómeno, foi a Itália: mais próspera do que eu alguma vez tinha imaginado nos meus sonhos mais libidinosos, com um pé nos Balcãs e uma frota às portas do mar negro, mal passou para o controlo do pobre Francisco, viu as suas frotas serem aniquiladas pelas forças combinadas da royal navy e da marinha francesa, viu os seus interesses africanos serem tomados pelo exército francês, numa guerra que tingiu de vermelho as areias do deserto africano, e viu as suas conquistas nos Balcãs ameaçadas pelo império Austro-húngaro! Ou sjea, em apenas 1 ou 2 rondas de administração amaldiçoada, a Itália passou de nação poderosa e inspiradora de inveja generalizada em toda a Europa, para um país frágil e exposto às manipulações alheias, uma sombra pobre e patética do que foi no passado, onde, aliás, a maioria dos seus habitantes até preferiria viver (faz lembrar algum país que nós conheçamos?).
Durante o apogeu da Itália, ainda me ocorreu investir mais para tentar manter o controlo, arriscando perder o controlo da Inglaterra, mas acabei por considerar que era mais perigoso para a França - o meu cavalo vencedor - ter a Inglaterra em mãos inimigas do que a Itália, pelo que acabei por decidir manter o plano inicial e focar-me em Inglaterra e França, o que acabou por se revelar acertado. Quando o controlo da Itália foi assumido pelo Francisco, não foi uma surpresa, nem foi nada com que eu não estivesse a contar, mas forçou-me a tomar o controlo da Alemanha, para manter a mão no pescoço da Rússia, o maior investimento do Francisco e do Pedro, e o pé no da Austro-Hungria. Por sorte, logo a seguir à mudança de poder em Itália, a Alemanha estava numa situação financeira e militar medíocre e não era muito apetecível, pelo que foi relativamente fácil para mim, que ainda por cima nadava em dinheiro graças aos meus taxations e investors com a França, investir o suficiente para tomar o controlo dos nazis! E em boa hora o fiz, porque rapidamente construí um exército poderoso (viva a economia planificada e o corporativismo nazi!) e, numa jogada inesperada que provocou a ira e revolta do Czar da Mãe-Rússia, lancei a minha versão da operação Barbarossa e aniquilei uma fábrica Russa, sem dó nem piedade!
Um pequeno aparte: quem não está familiarizado com o jogo pode pensar que a destruição de uma fábrica é um acontecimento menor... nada mais errado! Uma fábrica representa um aumento brutal da capacidade produtiva de um país, um aumento brutal do seu índice no taxation e custa uma quantidade brutal de dinheiro a construir. Resumindo, uma fábrica é brutal e perder uma tem consequências, adivinharam, devastadoras e desvaloriza bastante um país. Aliás, apesar da França já estar muito bem lançada, penso que foi nesta jogada, com a destruição desta singela fábrica, que aniquilei definitivamente as pretensões da Mãe-Rússia à vitória final!
Por outro lado, a minha tomada de controlo da Alemanha permitiu-me evacuar algumas posições que esta disputava com a Inglaterra, para mobilizar tropas para a frente leste, permitindo que as tropas de Sua Majestade as libertassem do jugo nazi... e ganhassem alguns pontinhos e dinheirinho no taxation, pelo caminho!
A partir daqui, e até ao final do jogo, foi só ir investindo em França para não perder o controlo (o que só esteve perto de acontecer uma vez) e ir capitalizando nalgumas oportunidades de pontos fáceis (uma bond baratinha da Mãe-Rússia ainda me rendeu alguns pontos). Eventualmente, acabei por perder o controlo da Alemanha (creio que para o Pedro), mas já não era importante: os nazis já tinham cumprido o seu papel na história - e no meu plano maquiavélico - e estavam mais ou menos arrasados!
A França acabou por chegar aos 25 pontos de poder, ficando a Rússia em 2º lugar e a Inglaterra em terceiro, mas ambas na zona do x3. Os outros ficaram na zona do x1, excepto a Itália que ficou no x2. Após termos calculado os resultados finais (ganhei com 134 pontos, contra 115 do Francisco e 101 do Pedro, que fez um bom jogo, para alguém sem nenhuma experiência), embarcámos, como é habitual, numa discussão amigável do que tínhamos acabado de viver.
Da minha parte, acho que a minha estratégia correu muito bem! O plano inicial de usar um país para ganhar e um wingman para o auxiliar resultou em pleno, talvez até melhor do que eu estava à espera! A França foi o meu Iceman, a Inglaterra o meu Maverick e a Alemanha e a Itália os meus Gooses, para usar linguagem de cinema, que toda a gente compreenda. No entanto, acho que com mais gente, ou até com o mesmo número de jogadores, mas com gente com mais experiência, será complicado manter o controlo de 2 nações do principio ao fim do jogo, como eu fiz com a Inglaterra e com a França. Só concebo que isto seja possível, se utilizarmos a variante - oficial e que vem nas regras - de jogar sem carta de Investor, que inibe algumas das restrições ao timing dos investimentos e possibilita maior controlo nos investimentos defensivos.
Quanto ao Francisco, penso que tentou utilizar uma estratégia menos ligada à situação geo-estratégica e mais ligada ao mercado, valorizando menos o mapa e mais o posicionamento dos países na rondel e nas escalas de poder. Curiosamente, apesar de não ter sido bem sucedido neste jogo, eu acho que esta aproximação tem boas probabilidades de sucesso, particularmente quando se joga com Investor card. Eu próprio quero experimentar fazer algo semelhante, num futuro próximo.
Quanto ao Pedro, acho que fez um bom jogo, tendo em conta que nunca tinha jogado Imperial, nem nada do mesmo género. Teve algumas hesitações iniciais e cometeu alguns erros perfeitamente normais, mas depois engrenou e acabou em bom plano, creio que, até a recuperar pontos em relação a mim e ao Francisco.
No final toda a gente tinha gostado imenso desta sessão de Imperial, que é de facto um grande, grande jogo!
Regras simples, jogabilidade complexa e muito temática, ausência de sorte e mecanismos originais, com a rondel, herdada do Antike, a ser o toque de génio, fazem deste um dos melhores jogos da minha colecção! Altamente recomendado e mal posso esperar para jogar outra vez!
*Sim, eu sei que no início do século XX, altura em que se passa o jogo, não eram estes os governantes dos respectivos países, mas, como sempre, estou disposto a sacrificar o rigor histórico em nome da arte!
** É óbvio que a Alemanha não era nazi, na altura em que se passa o jogo, mas mais uma vez a arte sobrepõe-se ao rigor histórico.
Desta vez estávamos decididos a jogar com as regras correctas e foi o que fizemos! Em vez das 6 horas do outro jogo, demorámos 3 horas e meia, com explicação de regras incluída. O que aprendemos com isto? Não jogar com regras erradas!
Usámos o setup avançado do jogo, ou seja, em vez de cada jogador começar com bonds de países pré-determinados e sem dinheiro no bolso, cada um recebe dinheiro inicialmente e todos têm oportunidade de comprar 1 bond de cada país.
No último jogo, que tinha terminado com uma vitória minha no tie-break depois de um empate com o Francisco após 6 horas de porradaria de meia-noite, eu tinha controlado a Inglaterra e a França durante quase todo o jogo. E isto porque desde o início me pareceu evidente que, se o jogador Francês também controlar a Inglaterra, fica com o caminho aberto para devastar os adversários e massacrar impiedosamente os seus exércitos! É que sem a Inglaterra nas costas a chatear (salvo seja), a França tem muitos territórios neutros para onde se expandir (África e países baixos) e tem boas hipóteses de chegar à vitória final. Já no último jogo, apesar da vitória ter sido do império Austro-húngaro, a França se tinha saído muito bem e eu estava confiante que se podia sair ainda melhor!
O meu plano inicial era, por isso, controlar ambas as potências, tornar-me numa espécie de mistura grotesca entre Charles de Gaulle e Rainha Isabel II, mas mais bonito! *
Assim, não comprei qualquer bond do império austro-húngaro, comprei uma muito pequenina da Mãe-Rússia, provavelmente devido ao meu complexo de Édipo não resolvido, e investi quase todo o meu dinheiro em França e Inglaterra. Comprei também algumas bonds italianas e fiquei com o controlo do país, mas com perspectivas de longo prazo bastante maquiavélicas! A ideia era usar a paixão latina das tropas italianas para desafiar os interesses austro-húngaros e russos nos balcãs, ao mesmo tempo que contava com a ingenuidade da opinião pública italiana, tão típica dos países latinos, para aceitar a retirada de África, deixando-a à mercê dos franceses.
O Francisco, lembrando-se certamente do que tinha acontecido no jogo anterior, assumiu-se como Czar da Mãe-Rússia (o complexo de Édipo dele ainda é maior do que o meu) e imperador absoluto do glorioso Império Austro-húngaro. Ao Pedro restou assumir-se como führer incontestado da Alemanha Nazi e entoar o Deustchland Über Alles, em sentido. **
À medida que o jogo foi progredindo, aconteceram 2 fenómenos interessantes: enquanto os "meus" países se desenvolveram muito para além das minhas expectativas mais optimistas, o Francisco parecia amaldiçoado e destruía tudo o que tocava! Assim que assumia o controlo de um novo país, na sequência de uma fase de investimento, esse país entrava numa espiral descendente e regredia a olhos vistos (daí o inspirado título deste session report)!
O exemplo máximo deste fenómeno, foi a Itália: mais próspera do que eu alguma vez tinha imaginado nos meus sonhos mais libidinosos, com um pé nos Balcãs e uma frota às portas do mar negro, mal passou para o controlo do pobre Francisco, viu as suas frotas serem aniquiladas pelas forças combinadas da royal navy e da marinha francesa, viu os seus interesses africanos serem tomados pelo exército francês, numa guerra que tingiu de vermelho as areias do deserto africano, e viu as suas conquistas nos Balcãs ameaçadas pelo império Austro-húngaro! Ou sjea, em apenas 1 ou 2 rondas de administração amaldiçoada, a Itália passou de nação poderosa e inspiradora de inveja generalizada em toda a Europa, para um país frágil e exposto às manipulações alheias, uma sombra pobre e patética do que foi no passado, onde, aliás, a maioria dos seus habitantes até preferiria viver (faz lembrar algum país que nós conheçamos?).
Durante o apogeu da Itália, ainda me ocorreu investir mais para tentar manter o controlo, arriscando perder o controlo da Inglaterra, mas acabei por considerar que era mais perigoso para a França - o meu cavalo vencedor - ter a Inglaterra em mãos inimigas do que a Itália, pelo que acabei por decidir manter o plano inicial e focar-me em Inglaterra e França, o que acabou por se revelar acertado. Quando o controlo da Itália foi assumido pelo Francisco, não foi uma surpresa, nem foi nada com que eu não estivesse a contar, mas forçou-me a tomar o controlo da Alemanha, para manter a mão no pescoço da Rússia, o maior investimento do Francisco e do Pedro, e o pé no da Austro-Hungria. Por sorte, logo a seguir à mudança de poder em Itália, a Alemanha estava numa situação financeira e militar medíocre e não era muito apetecível, pelo que foi relativamente fácil para mim, que ainda por cima nadava em dinheiro graças aos meus taxations e investors com a França, investir o suficiente para tomar o controlo dos nazis! E em boa hora o fiz, porque rapidamente construí um exército poderoso (viva a economia planificada e o corporativismo nazi!) e, numa jogada inesperada que provocou a ira e revolta do Czar da Mãe-Rússia, lancei a minha versão da operação Barbarossa e aniquilei uma fábrica Russa, sem dó nem piedade!
Um pequeno aparte: quem não está familiarizado com o jogo pode pensar que a destruição de uma fábrica é um acontecimento menor... nada mais errado! Uma fábrica representa um aumento brutal da capacidade produtiva de um país, um aumento brutal do seu índice no taxation e custa uma quantidade brutal de dinheiro a construir. Resumindo, uma fábrica é brutal e perder uma tem consequências, adivinharam, devastadoras e desvaloriza bastante um país. Aliás, apesar da França já estar muito bem lançada, penso que foi nesta jogada, com a destruição desta singela fábrica, que aniquilei definitivamente as pretensões da Mãe-Rússia à vitória final!
Por outro lado, a minha tomada de controlo da Alemanha permitiu-me evacuar algumas posições que esta disputava com a Inglaterra, para mobilizar tropas para a frente leste, permitindo que as tropas de Sua Majestade as libertassem do jugo nazi... e ganhassem alguns pontinhos e dinheirinho no taxation, pelo caminho!
A partir daqui, e até ao final do jogo, foi só ir investindo em França para não perder o controlo (o que só esteve perto de acontecer uma vez) e ir capitalizando nalgumas oportunidades de pontos fáceis (uma bond baratinha da Mãe-Rússia ainda me rendeu alguns pontos). Eventualmente, acabei por perder o controlo da Alemanha (creio que para o Pedro), mas já não era importante: os nazis já tinham cumprido o seu papel na história - e no meu plano maquiavélico - e estavam mais ou menos arrasados!
A França acabou por chegar aos 25 pontos de poder, ficando a Rússia em 2º lugar e a Inglaterra em terceiro, mas ambas na zona do x3. Os outros ficaram na zona do x1, excepto a Itália que ficou no x2. Após termos calculado os resultados finais (ganhei com 134 pontos, contra 115 do Francisco e 101 do Pedro, que fez um bom jogo, para alguém sem nenhuma experiência), embarcámos, como é habitual, numa discussão amigável do que tínhamos acabado de viver.
Da minha parte, acho que a minha estratégia correu muito bem! O plano inicial de usar um país para ganhar e um wingman para o auxiliar resultou em pleno, talvez até melhor do que eu estava à espera! A França foi o meu Iceman, a Inglaterra o meu Maverick e a Alemanha e a Itália os meus Gooses, para usar linguagem de cinema, que toda a gente compreenda. No entanto, acho que com mais gente, ou até com o mesmo número de jogadores, mas com gente com mais experiência, será complicado manter o controlo de 2 nações do principio ao fim do jogo, como eu fiz com a Inglaterra e com a França. Só concebo que isto seja possível, se utilizarmos a variante - oficial e que vem nas regras - de jogar sem carta de Investor, que inibe algumas das restrições ao timing dos investimentos e possibilita maior controlo nos investimentos defensivos.
Quanto ao Francisco, penso que tentou utilizar uma estratégia menos ligada à situação geo-estratégica e mais ligada ao mercado, valorizando menos o mapa e mais o posicionamento dos países na rondel e nas escalas de poder. Curiosamente, apesar de não ter sido bem sucedido neste jogo, eu acho que esta aproximação tem boas probabilidades de sucesso, particularmente quando se joga com Investor card. Eu próprio quero experimentar fazer algo semelhante, num futuro próximo.
Quanto ao Pedro, acho que fez um bom jogo, tendo em conta que nunca tinha jogado Imperial, nem nada do mesmo género. Teve algumas hesitações iniciais e cometeu alguns erros perfeitamente normais, mas depois engrenou e acabou em bom plano, creio que, até a recuperar pontos em relação a mim e ao Francisco.
No final toda a gente tinha gostado imenso desta sessão de Imperial, que é de facto um grande, grande jogo!
Regras simples, jogabilidade complexa e muito temática, ausência de sorte e mecanismos originais, com a rondel, herdada do Antike, a ser o toque de génio, fazem deste um dos melhores jogos da minha colecção! Altamente recomendado e mal posso esperar para jogar outra vez!
*Sim, eu sei que no início do século XX, altura em que se passa o jogo, não eram estes os governantes dos respectivos países, mas, como sempre, estou disposto a sacrificar o rigor histórico em nome da arte!
** É óbvio que a Alemanha não era nazi, na altura em que se passa o jogo, mas mais uma vez a arte sobrepõe-se ao rigor histórico.


























