03 abril 2006

Mare Nostrum + ME: session report

- Como é? Mare Nostrum amanhã? Tenho lá a expansão a ganhar pó e não pode ser!
- Ai, eu tenho medo de jogar isso! Isso não tem guerras? Eu gosto é de joguinhos com carrinhos... não podemos jogar antes o joguinho da fórmula 1, com os carrinhos? Eu sou o Schumacher! E quero o carrinho cor-de-rosa! Vrum vrum... sou a mais rápida em pista ... vrum, vrum...
- Pouco barulho, ó Hugo! Jogamos Mare Nostrum e acabou a conversa! Vou já mandar os SMS a convocar as massas!

E assim foi! Depois dos SMS enviados e das massas convocadas, éramos 5, no domingo à tarde: eu, o Sérgio, o Luís, o Rui e o Schumacher do carrinho cor-de-rosa.

O local escolhido foi a residência Obelix, já que havia dois nativos de Talaíde entre os 5 eleitos (um deles, o próprio Obelix). A mesa era frondosa, mas a cerveja escassa. Um pormenor a rever!

A distribuição das potências pelos jogadores foi aleatória. Eu fiquei com Cartago, como acontece quase sempre. O Rui ficou com Roma, o Luís com a Babilónia, o Sérgio com o Egipto e o Schumacher do carrinho cor-de-rosa com a Grécia. Como só tínhamos 5 jogadores, não usámos o mapa da expansão e excluímos os Atlantes.

Roma fez as movimentações óbvias, garantindo o controlo dos recursos mais a norte. A Grécia construiu algumas trirremes mas, estranhamente, optou por colocar uma no mar negro e outra no bósforo, como que voltando as costas a Roma. Aparentemente, o Schumacher do carrinho cor-de-rosa tinha um plano de tal forma ardiloso e complexo em mente, que os comuns mortais, como eu, não conseguiam compreender. Mais para sul, as movimentações foram mais normais, com o Egipto a garantir as gemas, Cartago a construir um mercado e a Babilónia a usufruir do seu influence marker de borla, para anexar uma província desocupada.

Por inexperiência, penso eu, ninguém quis fazer ofertas aos Deuses, neste início de jogo. Estou em crer que em jogos futuros, esta situação seja mais rara...

Após ter consolidado a sua posição económica, Roma começou a dar uso ao poder do seu herói (pagar menos 1 recurso por cada legião) para construir um exército intimidador, que colocou perto da fronteira com a Grécia. No entanto, a Grécia não se intimidou e continuou a sua expansão para este, comprando um influence marker na Ásia menor, como que a aproveitar o facto de estar de costas voltadas para Roma e o seu exército enorme, para se colocar de gatas, em jeito de convite.

Em Cartago, eu desesperava! Parecia-me óbvio que o Schumacher do carrinho cor-de-rosa, ou estava a passar ao lado de todas as movimentações político-militares, no mediterrâneo, ou então, sabia algo que nós não sabíamos e a sua agenda centrava-se nesse segredo! A segunda hipótese parecia-me muito mais provável. Maldito!

No sul as coisas também começavam a aquecer. A Babilónia começou a concentrar tropas na fronteira com o Egipto, criando algum mal-estar em Alexandria. Como resposta, o Egipto tinha negociado um pacto de não agressão com Cartago - que apostava de forma cada vez mais óbvia numa estratégia pacifista e de desenvolvimento económico - que lhe permitiu concentrar o grosso dos seus recursos militares na defesa da frente leste.

Nesta altura - e para que seja fácil de visualizar - Roma tinha 5 exércitos na fronteira com a Grécia, que tinha apenas 3 do seu lado e insistia em canalizar recursos para a campanha asiática. A sul, O Egipto e a Babilónia ameaçavam-se mutuamente no Suez. Só Cartago não alinhava neste frenesim militarista, se mantinha pacífico e respeitador dos direitos humanos, apostando no conhecimento e na tecnologia, como única forma de se manter competitivo, na economia global.

Na jogada seguinte, o Schumacher do carrinho cor-de-rosa toma mais uma decisão enigmática: sendo o High Priest e tendo, por isso, o poder de decidir a ordem pela qual os vários jogadores vão fazer as oferendas aos deuses - leia-se escolher o melhor Deus para si próprio ou, pelo menos, evitar que alguém escolha um que lhe seja prejudicial - ordena ao Rui que seja o primeiro. O Rui agradece a gentileza e utiliza o Poseidon para mandar uma das trirremes gregas (a única que não estava em campanha na Ásia) pelos ares, perante o ar assustado e surpreendido do pobre Schummi.

Era agora claro que o Rui tinha aceite o convite e ia aproveitar o facto de ter a Grécia de costas e de gatas para o seu enorme exército, para lhe dar uma à bruta, na boa tradição Romana. A destruição da trirreme tinha sido apenas o primeiro passo e, pouco depois, as tropas romanas já marchavam em território grego.

Só ao ver as lágrimas abundantes a correr pela face do pobre Hugo, enquanto ele soluçava, deitado no chão em posição fetal, é que percebi: não havia nenhum segredo, nem nenhuma agenda geopolítica secreta a justificar a campanha ruinosa na Ásia! Não, ele tinha-se colocado em posição convidativa e completamente à mercê dos apetites sodomitas do voraz romano, apenas devido à sua total e completa inépcia! Eu tinha-o sobrestimado completamente e, em consequência, agora tinha de lidar com um jogador romano fortíssimo, cheio de tropas, recursos, e com uma sandália no pescoço da Grécia. Em suma, a Grécia estava out e Roma era uma ameaça séria!

A sul, as coisas também parecia que se iam resolver e que a Babilónia tinha conseguido subjugar o exército egípcio, após algumas batalhas sangrentas, envolvendo criaturas mitológicas de ambos os lados. O Luís estava assim em vias de anexar o Egipto, com todas as suas incalculáveis riquezas, e assumia-se também como um problema a resolver. Eu, o pobre e pacífico cartaginês, tinha conseguido construir a minha primeira humilde maravilha do mundo, a estátua de Zeus, que me permitiu reforçar a costa com mais algumas fortalezas.

A jogada seguinte foi de consolidação. A norte, o Rui terminou a conversão do influence marker grego nos Balcãs, garantindo com isso 2 caravanas, o que lhe permitiu passar a ser o director de comércio e foi um rude golpe nas minhas aspirações! Para além disso, construiu o seu primeiro herói e consolidou a sua posição militar, colocando 2 sandálias, em vez de apenas uma, no pescoço do malogrado Hugo. Este, naquela sua forma muito própria de gerir o país, observando com perspicácia que estava a ser massacrado pelos romanos e tinha as legiões de César às portas de Atenas, resolveu - e juro que não estou a mentir - gastar 3 recursos para fazer uma ofertas aos deuses de forma a que estes destruíssem uma caravana... Cartaginesa. Para quê usar recursos para me defender deste tipo que me está a massacrar, quando posso usá-los para prejudicar aquele outro, que está do outro lado do mundo e nem sequer tem contacto comigo? À memória veio-me outro jogo de Mare Nostrum em que o Hugo estava a jogar com a Babilónia e, na jogada antes do Egipto garantir a vitória, resolveu fazer um desembarque anfíbio em grande escala... em Cartago, onde foi, diga-se, massacrado sem dó nem piedade. O que é que se pode fazer? O homem gosta é de fórmula 1, de carrinhos e de vrum, vrum...

A sul, o Sérgio ensaiava um contra-ataque, contra os Babilónios. Eu, tendo sido privado de um recurso precioso pela acção do Hugo, fui obrigado a invadir o Egipto e a ocupar o recurso das gemas, para tentar conseguir os 9 recursos diferentes que me permitiriam construir o segundo herói e garantir a vitória (tínhamos acordado que só íamos jogar até aos 3 heróis/maravilhas).

Entrámos assim na última jogada com uma situação curiosa: tanto eu como o Rui tínhamos possibilidade de construir o segundo herói/maravilha, mas o líder politico era o Luís. Ou seja, o vencedor seria aquele que construísse primeiro e, como é sabido, a ordem de construção é decidida pelo líder político. O Luís tinha nas mãos o vencedor do jogo... pensávamos nós!

A seguir à fase comercial, quer Roma, quer Cartago tinham conseguido os 9 recursos. Ao entrar na fase de construção, todas as atenções se concentravam no Luís: iria ele escolher o Cartaginês para jogar primeiro ou optaria pelo Romano? A tensão era de cortar à faca! Eis que o Luís, depois de muito meditar, fala:
- Oiçam lá, para construir as pirâmides, quantos recursos são precisos?
- Doze, mas para que é que queres saber isso? - respondi, baralhado pela falta de oportunidade da pergunta. Afinal, o que interessava aqui era ele dizer quem é que ia ganhar, eu ou o Rui! Ninguém estava interessado em pirâmides!
- Ah, então ganhei eu - e tirou 12 taxes da cartola, perante a estupefacção geral.

Quando acabámos de recolher as línguas, todos reconhecemos que foi uma grande e inesperada vitória do Luís, que soube ir em busca dos seus objectivos discretamente e sem grandes ondas, até à vitória final. Pelo caminho, aproveitou para dar na tromba ao Sérgio, o que sabe sempre bem. No final toda a gente tinha gostado imenso do jogo e ficou já prometida uma nova sessão para breve onde, espera-se, todos os jogadores já terão alguma experiência e poderão, por isso, cometer menos erros.

A nível pessoal, acho que este é o jogo que mais gozo me dá jogar. O tema envolvente e quase inebriante, as opções estratégicas variadíssimas (com a expansão, são quase infinitas), o facto de cada potência ter características próprias e colocar problemas distintos que o jogador tem de resolver, o carácter épico de todo o ambiente... tudo isso faz de uma sessão de Mare Nostrum, uma experiência única e irrepetível! A expansão é também muitíssimo recomendada, já que para além de corrigir os problemas do jogo base, ainda acrescenta uma nova dimensão estratégica e táctica ao jogo, através dos novos heróis/maravilhas e das oferendas aos Deuses, respectivamente. Creio que toda a gente se divertiu bastante, mesmo os que se deram menos bem durante o jogo e era consensual que esta é uma experiência a repetir muito em breve!

12 comentários:

Caius Marius disse...

Acho que o zorg disse tudo; Uma vez que o Hugo foi massacrado devido a um conjunto de erros, creio que não é inoportuno um conjunto de ideias sobre a estratégia do jogo:

Como romano, as opções parecem-me simples: utilizar a vantagem de se ter legiões baratas e invadir tudo o que não se mexa, massacrando tudo o que se mexa e não seja romano! Há que atacar a Grécia rapidamente, antes do grego ter tempo para unidades mitológicas, e obrigá-lo a gastar mais recursos em legiões do que em trirremes. A opção da Sicília, se calhar, é uma alternativa, mas é capaz de obrigar o romano a gastar a oportunidade.

Aliás, como cartaginês faria algo de semelhante, tentando dominar os egípcios mal acorde de manhã e tentando tirar partido do ponto a mais em combate terrestre. A estratégia do Pedro de se sustentar em base comercial parece-me gira, os cartagineses têm essa prerrogativa pelo facto de terem, à partida, recursos pouco comuns. O giro é o potencial da luta romano-púnica-grega sobre a sicília, e quando houver atlântida, a batatada entre os púnicos, os romanos e os atlantes pela hispânia.

Já os egípcios, são muito mais "sit and wait" - inclusive uma vez que estão entalados e são o povo com mais potencial de autarcia - têm papiro de início, diamantes perto, e são o povo com mais ouro. Parecem-me o povo mais fácil de jogar, basta não fazer muita asneira. Evitar uma guerra em toda a escala (pode aguçar o apetite do outro tipo do outro lado) e apostar na direcção religiosa parece-me a estratégia mais acertada.

Com os babilónios parece-me ser mais prudente uma política de projecção pacífica de poder, utilizando a vantagem do líder. A estratégia que o Luís seguiu no último jogo mostra que este povo é giro de se jogar, precisamente porque parece estar fora das decisões críticas e pode "correr por fora" - no caso do nosso jogo, o mau trabalho dos gregos também contribuiu para esse fenómeno, porque não havia trirremes no mar. Neste caso, também não foi alheia a paparoquice dos romanos e cartagineses, que se distraíram completamente ;-)

Uma vez que nunca joguei com o Atlante em campo, comentando só uma potencial estratégia para o grego: tentar conter o romano com fortalezas primeiro e unidades mitológicas depois; utilizar frotas com fartura e espalhá-las por todo o mediterrâneo, obrigando os outros jogadores a entrar numa competição em que estão em desvantagem; colonizar a Sicília rápido e em força também deve ser para o grego uma prioridade. É importante manter os outros jogadores em respeito utilizando a velha máxima ateniense da melhor defesa ser ter frotas nas costas dos adversários.

Os deuses e os heróis podem afectar tudo o que acabei de dizer acima, e há obviamente deuses mais adequados em dadas alturas do jogo. Enquanto romano, gosto da deusa que aumenta o resultado para matar uma unidade.

Apetece-me jogar só para verificar estas estratégias e perceber os erros, como dizia o Pedro...Se bem que uma nova ronda de Princes of Renaissance também ia...

zorg disse...

Eu acho que a principal prioridade do Grego é a constituição da força anfíbia de intervenção rápida que descrevi no comentário ao post anterior: trirremes nas costas romanas e uma força relativamente pequena mas intimidadora, idealmente com um centauro (assim a olho nu, eu diria um centauro e 2 legiões), para o romano se borrar todo. Dessa forma, consegue meter os romanos em cheque e forçá-los a pensar 2 vezes antes de invadir. A partir daí, a saida para os gregos é o mar, apostando nas cidades e nos taxes (e prevejo um recurso frequente ao deus baal, para conseguirem obter cidades depois delas se esgotarem).

Com um grego mais forte - e assumindo que não há mapa da expansão - os romanos têm de se virar para norte (até porque o grego vai estar virado para sul) e, eventualmente, arriscar uma invasão que terá de ser muito bem preparada e coordenada.

O cartaginês parece-me que, se não tiver atlântida nas costas, consegue ganhar mantendo-se pacifico e preocupando-se essencialmente em desenvolver-se economicamente. No entanto, um grego forte, pode alterar isto.

Dos outros falarei quando tiver tempo. :-)

Hugo disse...

Como grego devo dizer que tentei utilizar a mesma estratégia que utilizei quando joguei pela primeira vez com os babilonios. Claro, como compreendi depois, a asneira foi grande. Acabei por perder jogadas a tentar deslocar-me para a Asia e assim obter alguns recursos que escasseavam na Europa. Deveria apostar no mar e ir para as ilhas e construir cidades de forma a ganhar umas taxes que me permitissem alguma margem de manobra. Foi um dia mau para mim. Mas também uma lição. É interessante essa faceta do jogo de cada civilização ter uma forma de jogar diferente. Para a próxima estou avisado.
Seja como for o jogo foi marcado pela inexistência de batalhas navais. E também pela falta do Shahim que dá outro brilho a jogos deste tipo.

zorg disse...

A inexistência de batalhas navais deveu-se essencialmente à ausência de necessidade de combater a presença grega nos mares. Se o grego tivesse virado a cabeça para o mar, em vez de a virar para terra, tenho a certeza de que roma, cartago e se calhar o egipto, teriam construido trirremes com fartura.

Obelix disse...

Apesar da desconfiança inicial que os demais jogadores demonstraram para com a minha civilizãção (roxo, que cor tão engraçada, parece uma tropa de maricas), o facto é que o exército gay acabou por ser o vencedor surpresa da jogatana! Confesso que no principio não sabia bem que estratégia devia seguir, nem para onde me espandir, visto que estava entalado entre dois povos... Mas assim que me apercebi das jogadas fabulosas do Hugo, foi fácil definir o que fazer a seguir: expandir-me para o egipto e conquistar a sua principal provincia (claro que a oportunidade de partir a tromba ao sérgio é sempre um aliciante a ter em conta, independentemente da estratégia deliniada). Com a conquista da provincia e o Sérgio fora de combate, passei a ser o lider religioso e politico, o que era essencial para assegurar a vitória... Faltava apenas esperar pelas trocas comerciais para ter os recursos necessários para as pirâmides! Contava que não fosse dificil conseguir os 3 taxes que me faltavam, já que o Hugo era obrigado a pôr sempre muitos taxes para troca, e o Pedro e o Rui estavam mais preocupados com as suas movimentações, deixando-me mais à vontade! E assim aconteceu!

Tenho só mais um agradecimento a fazer: Obrigado Hugo, se não fosses tu a minha vitória não seria possível, sendo assim, a vitória também é tua (mas só um bocadinho).

Mesmo que não ganhasse, só facto de ter espancado o sérgio valia pelo jogo todo! E ter ganho ao Pedro também foi engraçado! Espero ansiosamente por novas jogatanas!

zorg disse...

Porque é que ficaste contente por ganhar ao Pedro, seu porco imundo???
O Pedro é um pacifista, que não faz mal a uma mosca...

Obelix disse...

Mas tem a sua piada ganhar ao Sr. "ganho quase todos os jogos que faço"!

E quanto à escassez de cerveja, pela qual me penitencio, o problema estará resolvido na próxima vez (se a mulher hoje não se esquecer de a comprar, quando fôr às compras).

E a pergunta final dos recursos foi só para dar mais um pequeno toque de cinismo à minha grande vitória!

Hugo disse...

O Sr "ganho quase todos os jogos que faço" deveria chamar-se "Sr perde quase todos os jogos que faz". Aliás já nem no Pro Evolution, onde detinha o record de 100% vitórias, ganha.Da última vez em 3 jogos não ganhou um.
Para ja nao falar nas abadas que levou no Roma.
Esse homem de que falas construiu um mito em torno dele que faz com que os novatos sintam terror com a sua presença. Eu também senti isso. Neste momento o Obelix é o jogador mais temível.

zorg disse...

Espero que o "Sr. ganho quase todos os jogos que faço" não seja eu, porque isso seria uma mentira terrível! Eu perco quase todos os jogos que faço e com grande alegria!

No MN, acho que só ganhei um jogo... e mesmo assim não tenho a certeza!

zorg disse...

Em relação ao Pro-Evolution, a coisa já pia mais fino. O Hugo está a confundir um misericordioso "vou deixar o gajo ganhar, porque 150 massacres depois, ele já nem sequer tem pica para jogar comigo", com uma tentativa séria de o derrotar...

Obelix disse...

Não tenho culpa que o senhor Pedro tenha ganho quase todos os jogos em que participei... só por isso é que me deu essa ideia... E eu ser neste momento o jogador mais temível... Apesar de gostar de sensação de terror que inspiro nos adversários neste momento (pelo menos num...), não sei se toda a gente tem essa opinião... afinal só ganhei um jogo... talvez toda esta aura mistica que envolve a minha pessoa neste momento desapareça à próxima derrota... ou talvez não...

Há jogo este fim-de-semana?

zorg disse...

Pronto, a minha falsa modéstia resultou em cheio! Na realidade eu ganho quase todos os jogos e é o Luís que o confirma!!! MUAHAHAHAHAHAHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA